Registro de cargas e PRs com histórico e progressão
Cada série, cada carga e cada PR, com o resultado anterior à vista.
A carga anotada no caderno
Quem treina força anota carga em caderno, no celular ou não anota. Na hora de subir a barra, a pergunta é quanto foi da última vez. Sem a resposta, o atleta repete o peso conhecido e a progressão trava. E o coach prescreve percentual de um máximo sem data.
Série, repetição, carga e percepção no mesmo registro
Cada série executada é registrada com carga, repetições e, quando o coach pede, o RPE. O registro acontece durante o treino, na tela da prescrição, e não num formulário depois. O PR é reconhecido na hora, com data. O prescrito e o executado ficam lado a lado, inclusive quando são diferentes.
Progressão que dá para ver
Com histórico, a carga de hoje aparece ao lado da semana passada, e a decisão de subir deixa de ser palpite. O coach acompanha o volume acumulado por movimento e vê quando um padrão está estagnado há ciclos. E o atleta acompanha a própria evolução.
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